domingo, 24 de agosto de 2008

Como viver sem um violão?

Tem coisas
que aos olhos comuns parecem bobagens,
mas posso garantir, não são.
Como viver sem um violão?
Parece que fica impossível até pensar.
O pensamento não se concretiza.
Os dedos choram.
Choram mais pela ausência das cordas
do que pela dor que elas causam a eles.
Ficam machucados,
mas não por ficar incessantemente tentando um acorde difícil de executar, mas porque estão à toa;
Estão se sentindo mudos, rejeitados.
Tentativa imbecil essa de ficar longe do violão!
É impossível!

domingo, 3 de agosto de 2008

À Banda Luauge

Muito obrigado
Djavan

Obrigado por tudo
quanto você fez por nada
Por nada se mata e
morre de amor
Não quero parecer com nada no mundo porque
Apesar da estranha ferida donde eu saí pro nada
Do nada também
se nasce uma flor
Com todo o seu poder de coloração e magia
Tudo isso é uma questão de saber, saber viver
Tudo isso é uma questão de amar pra entender
Tudo isso é uma questão de querer, reconhecer
Que quem sabe tudo nada há de ser
Nesse compasso há espaço pra quem quiser viver
Muito obrigado, muito obrigado
Muito obrigado por tudo que eu tenho passado
Muito obrigado, muito obrigado
Muito obrigado por tudo que eu tenho passado
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Sou uma pessoa melhor depois de tudo que vivi com vocês!
muito obrigada,
Banda Luauge!

sábado, 2 de agosto de 2008

Metamorfoses Sim

Todo começo é algo novo
Entusiasma.
Toda mudança é necessária
É evolução.

Todo som que se faz
Ecoa.

Toda palavra diz:

Alguém ouve...
E isso é bom!

Maira Mangustin