Sempre fazendo parte.
Em pedaços.
Pedaços cada vez mais divididos
Diminuídos.
Pedaços cortados que sangram.
Pedaços que dóem.
Fatias de sentimentos
De pensamentos
De infortúnios.
Pedaços que não se colam mais
Nem se completam
Que não se encaixam
Nem se entrelaçam
Apenas pedaços.
Pedaços de vida
De idas e vindas
de voltas e revoltas
de agonias.
Pedaços sem nome
que ficam lá atrás
Pedaços enormes
que não saem mais.
Pedaços
Apenas pedaços
que formam um monte
que não sou eu
São apenas pedaços
de coisas que eu quis
de coisas que eu fiz
E que agora nem servem pra nada
São só pedaços.
Maira Mangustin
domingo, 1 de novembro de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
domingo, 24 de agosto de 2008
Como viver sem um violão?
Tem coisas que aos olhos comuns parecem bobagens,
mas posso garantir, não são.
Como viver sem um violão?
Parece que fica impossível até pensar.
O pensamento não se concretiza.
Os dedos choram.
Choram mais pela ausência das cordas
do que pela dor que elas causam a eles.
Ficam machucados,
mas não por ficar incessantemente tentando um acorde difícil de executar, mas porque estão à toa;
Estão se sentindo mudos, rejeitados.
Tentativa imbecil essa de ficar longe do violão!
É impossível!
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